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Uma viagem ao interior pela mão do Curso em Milagres

Lições de vida para dissolver o medo

Um Curso em Milagres

Lançamento do Livro "Entre o Medo e a Liberdade" com Heloisa Miranda

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  24:25 min

Introdução:

Esta é a história de alguém que um dia parou e olhou para trás. Porém, o seu olhar não se deteve naquilo que parecia ser a sua história exterior, mas sim no percurso que tinha sido feito pelo seu lado interior, onde tantas e tantas coisas tinham acontecido, sem que a sua então consciência tivesse qualquer sensibilidade para o perceber.

Após essa viagem percebeu, finalmente, que a vida tem um outro lado onde, de facto, tudo acontece em primeira mão. Quantos de nós nos damos conta dele? Habituados a uma visão muito aparente e superficial de nós mesmos, contamos a nossa própria história pelo lado de fora. Estamos programados para reparar na casca que envolve o fruto ou para a moldura que sustenta o retrato, sem nos darmos conta que vivemos perdidos numa ilusão, que turva a visão da realidade e nos tolda os olhos e adormece a alma. A verdade é que a vida não acontece, meramente, no exterior, para onde todas as evidencias parecem apontar, mas sim, num outro nível de nós mesmos, invisível para muitos, inexistente para outros, mal compreendido por tantos outros.

Cada situação, acontecimento, reacção ou vivência exterioriza um processo interior que tem uma existência real e que, aprendemos a ignorar, cegando-nos ao contacto com esse mundo íntimo e criador que vive em cada ser humano.

Não existe história exterior que não seja senão um reflexo de vivências e escolhas interiores, num mundo de capacidades e poderes que pulsam, vivem e se manifestam sem necessitar da intervenção da nossa pequena e superficial consciência, para serem e estarem.

O que conhecemos de nós é tão pouco e limitado que nos mostra uma auto-imagem absolutamente distorcida e enganadora, pois nunca retrata a verdade profunda e completa. Acreditamos que somos essa pequena história que nos contaram e que, simultaneamente, fomos escrevendo para nós. Perdemos o contacto com a verdadeira história que escreve e desenha o nosso roteiro, a cada instante.

Entre o Medo e a Liberdade é uma história que nos é contada por dentro, pelo lado da nós onde tudo se desenha e decide. É o lado onde guardamos os nossos sonhos, as nossas mágoas, os registos e as impressões que ficam armazenadas durante toda a viagem. Os processos interiores são infinitos e, de acordo com estimulações e motivações ocultas e inconscientes, desenham a estratégia para cada momento da nossa vida.

Nesse outro lado de nós, encontramos a resolução para os mistérios da viagem e da história que a descreve. Do lado de fora, muitos enigmas permanecem inexplicáveis. A solução e a chave para tantos e tantos pontos de interrogação sobre nós próprios, está para além dessa visão exterior que construímos, desde cedo, a partir da nossa infância.
A história que vamos seguir nas páginas que se seguem, tenta abordar, através de um imaginário de fantasia e encantos, alguns desses processos, tentando pôr a descoberto alguns aspectos que são fundamentais para a compreensão e a ampliação da consciência de cada ser humano, enquanto peregrino nesta viagem rumo a Casa.Entre o Medo e
a Liberdade

Entre o Medo e a Liberdade retrata a dinâmica interior de cada ser humano, que vive entre duas grandes emoções: o Amor e o medo. Conta a história de uma viagem através dos muitos e muitos “espaços interiores” que habitam o ser humano, ao serviço do Amor e ao serviço do medo. A maior parte desta viagem é passada na busca pelas respostas que se encontram guardadas no grande Castelo do Medo o qual domina a vida interior da maioria dos seres humanos e que determina as nossas vivências menos felizes.
O Protagonista principal é aqui conhecido pelo Peregrino Sem Nome, que através de uma viagem marcante, foi descobrindo e seguindo “pistas”, graças às quais lhe são mostradas muitas visões que ampliam a sua consciência.
É, pois, graças a ela que encontra novas rotas interiores que o levam ao contacto com a sua Grande Dimensão onde o Amor começa a ser revelado.
São precisas várias viagens através das quais ele aprende que só o Amor é real e que todo o seu mundo pessoal está, inconscientemente, controlado pelo Senhor do Medo.

Para além do Peregrino Sem Nome, que, naturalmente, é o personagem à volta do qual toda a história se desenrola, existem fundamentalmente, dois grandes personagens nesta viagem: o Velho Conselheiro que representa a voz das velhas ideias e crenças que sustentam o nosso mundo e a Voz da Esperança que nos mostra o novo caminho e aponta para as rotas interiores que nos falam e ensinam a recordar o Amor e a Verdade, a nossa realidade intrínseca.
A dinâmica entre os dois personagens protagonista as nossas muitas dúvidas, as resistências à mudança, os medos do desconhecido, a constante procura por mais e melhor e a esperança de nos podermos tornar nas estrelas que sonhamos ser, e somos!

comprar.jpgA Voz da Esperança marca esta história de forma inequívoca. Sem Ela, a história não teria um final promissor. Sem a Voz da Esperança o mundo interior controlado pelas garras do Senhor do Medo permaneceria escravizado por toda a eternidade. Ao longo da sua viagem, o Peregrino Sem Nome recebe dicas e pistas muito simbólicas, representativas da vida quotidiana de todos nós, que oferecem a chave para muitos dos enigmas da vida. Esta viagem desenvolve-se em vários ciclos, sendo este, apenas, o primeiro.

O percurso atravessa muitas estações interiores situadas em diferentes dimensões da consciência. A comunicação entre todas elas torna esta viagem uma aventura mágica inter-dimensional. A partir do final deste primeiro volume, a entrada e saída de estações interiores, passa a ser natural e frequente, com a intenção de mostrar ao leitor que somos seres universais e que não estamos circunscritos a uma simples dimensão. De facto, fazemo-lo a todo o instante, mas não estamos conscientes disso.

Os ensinamentos da Voz da Esperança têm como principal objectivo transformar os padrões de pensamento que a velho conselheiro nos ensinou. O seu apoio incondicional, sempre presente em todos os momentos em que as dificuldades parecem apertar, é essencial para que as soluções apareçam, vindas de uma outra estação onde autênticos milagres começam a intervir na vida do peregrino, transformando pesadelos em verdadeiros estados de graça.

O simbolismo de todas as cenas e dos episódios mais marcantes da viagem permite que a mensagem possa ser aplicada a todos os seres humanos, sem excepção, oferecendo uma alternativa real e concreta aos velhos modelos do pensamento humano. Todo o percurso, ao longo dos seus três volumes, tem um cariz de auto transformação radical e completamente estranho ao pensamento habitual. Vai muito além das promessas de auto-ajuda mais frequentes no mundo. Empossa o seu peregrino de um poder sobre si mesmo, verdadeiramente invulnerável, através de uma consciência de estar e ser absolutamente revolucionária. A força destes ensinamentos, dos novos paradigmas e da visão renovadora da vida vai aumentando a cada volume. Passa por todos os aspectos práticos da experiencia do peregrino que, finalmente, aprende a reintegrar todas as mudanças, a alquimizar e transcender as estações controladas pelo Senhor do Medo.

O Peregrino Sem Nome simboliza cada um de nós, leitores. A sua viagem representa o nosso quotidiano. A história conduz-nos através de uma experiência mágica e libertadora, a testemunhar a transformação de alguém que parte de um pesadelo emocional para uma libertação total. É a história de todos nós. É a história da humanidade cujo final ainda não conhecemos. O importante não é o que o futuro nos trará, mas sim como o desenharemos, a partir de um hoje mais consciente.

Entre o Medo e a Liberdade chama a atenção do leitor para as muitas dimensões interiores que nele vivem e, principalmente, para a descoberta desse seu campo de infinitas possibilidades do qual emerge toda a arquitectura de vida pessoal, com vista a experimentar mundos e a fazer viagens sucessivas, até a que a derradeira escolha seja feita, e possa, então, o ser humano, descansar e desfrutar do Paraíso interior na sua verdadeira dimensão.

Acompanhemos, pois, o nosso Peregrino Sem Nome nesta viagem fascinante por entre as suas surpreendentes estações, onde tantas e tantas aventuras acontecem, presenteando cada um de nós, leitores, com uma dádiva de esperança e coragem pelos dias que se seguirão nas nossas vidas.

O Amor, aquele estado de harmonia supremo, é o segredo mais bem guardado do Senhor do Medo, pois através Dele, a sua própria destruição é garantida. E assim temos permanecido quase todos nós, envoltos nos escombros dos ressentimentos, das raivas e da culpa. Este peregrino que representa o ser humano, o leitor, eu e cada pessoa sobre este planeta, vai aprender a arrancar esse segredo das garras do tirano que o mantém aprisionado e, aparentemente, incapaz de ser acedido. Ele vai ter de enfrentar este grande Senhor do Medo e conseguir entrar na Câmara Sagrada onde o segredo será, finalmente, desvendado e entregue, de volta a si e ao mundo.

Rodeado dos demónios que o atormentam e tentam todas as artimanhas possíveis para o derrubar, este peregrino, após muitas tentativas e desistências, acaba por se determinar a ganhar este desafio e percebe que os maiores monstros são fantasias da sua própria mente. A alquimia ganha, de novo, vida e, ele torna-se o grande alquimista de todas as suas estações interiores, onde as nuvens pesadas e os horrores que outrora ali viviam, dão lugar a outras paisagens pintadas de cores nunca vistas, ornamentadas de lindas e perfumadas flores desconhecidas. Os “milagres” começam a fazer parte da sua viagem. Na sua primeira visita à Câmara dos Milagres, o peregrino recebe o Ceptro Alquímico que nunca mais o abandonará e com o qual ele inicia um outro percurso que o deixará boquiaberto com os novos poderes que lhe são conferidos.

E, assim, termina o primeiro ciclo da viagem. Ao longo das suas páginas, este livro prepara o peregrino para o seu grande destino, ensinando-lhe as bases que o guiarão às revelações sagradas. Graças a elas, ele conquista a sua própria liberdade e a partir dela, transforma-se naquele que libertará todos os seres que, vivendo em si, ainda permanecem aprisionados pelo Senhor do Medo.

Esteja preparado, amigo leitor, para acompanhar o Peregrino Sem Nome que sem querer, nem saber porquê, se vê compelido a viajar. Para seu grande pasmo, descobre a sua origem secreta, o reino perdido e a herança esquecida que, após muitas vicissitudes e grande resistência, um dia ele resgatará e fará brilhar para todo o sempre!

Conheça os conteúdos dos seus capítulos:

1 – À Procura da saída – Tenho tantos problemas que não sei por onde começar…

“Só terás de lidar com uma tempestade se precisares dela para a transformares num copo de água.”

“Não podes vencer uma batalha ignorando-a ou virando a cara para o lado, para não veres o “inimigos”. Eles tomarão conta de ti, em menos de nada.”

“Nenhum apego poderá conduzir-te à Liberdade. A tua dependência nunca te dará paz nem descanso e muito menos Liberdade.” Entre o medo e a Liberdade

2 – Para a frente e para trás … Tenho medo de avançar! Isto não é para mim! Quem sou eu para arriscar?

“Ninguém pode abrir uma porta por ti, e também ninguém pode fechar-te uma porta sem o teu consentimento.”

“Acreditas que o mundo tem um efeito sobre ti porque achas que podes interferir com os outros na mesma medida. Na verdade só podes limitar-te a ti mesmo e dentro dessa visão, percebes os outros, que são uma projecção tua, como limitados”

“Na medida em que permites libertar-te, libertas os outros, automaticamente.” Entre o medo e a Liberdade

3 – Aos poucos, rasgando o véu … E se eu conseguisse? Se não tentar nunca saberei… Quem não arrisca, não petisca.

“Chegou o momento de iniciares a tua verdadeira viagem. Cada momento vai-te permitir aprender, crescer e tornar-te mais e mais forte de tal forma que quando chegares ao fim da tua jornada, saberás, em absoluto, quem és, como és, de onde vieste, onde estás e para onde vais.” Entre o medo e a Liberdade

4 – A aventura virtual começa … Será que a vida é mesmo como eu a vejo? Haverá solução para mim?

“Tudo o que pensas representa imagens que fazes na tua mente e projectas em seguida no mundo exterior. Isso significa que o que vês tem a ver com o que pensas e acreditas.”

“Só poderás descobrir algo mais sobre ti se te disponibilizares para olhar para as tuas actuais verdades e aceitares questioná-las.”

“… Na verdade não se trata de uma luta, mas de uma escolha. O teu Poder verdadeiro tornou-se inacessível para ti quando valorizaste o poder do medo.”

“Há momentos em que permitir que voltes atrás pode trazer-te muito mais dor do que impedir-te de o fazeres.” Entre o medo e a Liberdade

5 – A tentação do passado – Mas sempre foi assim, parece tudo tão real! Quem sou eu para mudar o que sempre foi?

“Nada te pode acontecer que não seja para te ajudar a encontrar a saída final, o mais brevemente possível.”

“Existe um plano para te ajudar a encontrar o caminho para a saída, mas nele não estão incluídas algumas das tua decisões e abordagens.”

“Vives numa prisão de conceitos e crenças que te impedem de te expressares plenamente.”

“Quando mudares o teu propósito aceitas mudar a tua percepção, quando mudares a percepção mudarás, automaticamente, a tua realidade. Nada existe fora de ti, nem mesmo aquilo que parece manter-se igual para ti mesmo ao longo do tempo.” Entre o medo e a Liberdade

6 – Os fantasmas do pensamento … Eu não quero, mas os meus pensamentos não param. Não consigo sair deste estado de espírito

“Não estás condenado a nada que não queiras.”

“Em ti existem vários quereres que conflituam entre si. Muitos deles são inconscientes. Somente quando aceitares olhar para eles, sem medo, poderás escolher conscientemente aquilo que melhor te servir.”

“Não podes deixar a escola antes do teu tempo, mas podes ser bom ou mau estudante. Os resultados dependem de ti.” Entre o medo e a Liberdade

7- O medo que desposou o passado – É mau mas eu já sei com o que conto. E se ainda fica pior?

“O passado não tem função alguma a não ser aquela que tu lhe deres. Ele não passa de uma imagem na tua mente, mantida pela memória que insistes em perpetuar.”

“A ideia de abrires mão do teu pequeno “eu” torna-se uma ameaça para a sobrevivência da tua identidade e existência.”

“Enquanto o medo reinar sobre a mentalidade individual e colectiva e os seus princípios ditarem os valores das pessoas e das sociedades, nunca o mundo ou algum indivíduo poderá ser feliz.”

“O que te agarra ao passado é o valor que lhe atribuis. Tu valoriza-lo porque acreditas que ele representa algo que te acrescenta benefícios, visto que não te achas suficiente, tal como és. “Entre o medo e a Liberdade

8 – Ser feliz … ou ter razão …! O que é que vão pensar de mim se eu não resistir, ou marcar a minha posição?

“Acreditas que é bom lutar, destruir e vencer e que a vitória traz a honra aos vencedores.”

“O que faz de ti um vencedor é descobrires quem És. A resistência não é sinal de força, mas de fraqueza. Os outros devolver-te-ão os teus próprios pensamentos e propósitos, mesmo que não os reconheças conscientemente. Tudo o que recebes deles, recebes de ti mesmo. Falhar em compreender isto, significa uma vida de desencontros e frustrações.” Entre o medo e a Liberdade

9 – A Entrada na Medolândia – O meu mundo de pernas para o ar. Que faço, quando não tenho saída?

“Se voltares para trás apenas atrasarás a tua viagem. A escolha é sempre tua e manterás a liberdade de escolher o que queres aprender e quando.”

“Todos estão onde lhes compete estar, de acordo com o seu grau de disponibilidade para relembrar a consciência de quem São, verdadeiramente. Até que essa lembrança seja restaurada, a vida parecer-lhes-á uma viagem sem sentido, vivida ao acaso, cheia de surpresas e desencontros.”

“Não podes estar no lugar errado. Todas as saídas estão disponíveis. A tua consciência poderá apenas escolher não as ver, fugindo da verdade que vive dentro de ti e procurando fora o que nunca encontrará.” Entre o medo e a Liberdade

10 – Enfrentando a raiva … Estou farto de tentar e nunca dá nada. Eu insisto, mas não funciona!

“A tua missão e propósito último de vida consiste em te veres como o salvador de ti mesmo e de todos os que te rodeiam. Se aceitares plena responsabilidade por ti, tornar-te-ás o guardião da salvação dos outros. Eles ficarão a salvo das tuas constantes acusações e julgamentos.”

“O que torna a escolha a favor da Paz mais difícil é o facto de não conseguires aceitar o problema que vês no “outro” como teu. Esse facto pode causar-te grande desconforto, mas, na verdade, é também o teu passaporte para a Liberdade.”

“O teu medo da Verdade pode impedir-te de reconheceres a solução. Repetes incessantemente as mesmas ideias e propósitos na vã esperança de que, magicamente, os resultados possam ser diferentes.” Entre o medo e a Liberdade

11 – O primeiro passo para a Liberdade … Que chances tenho eu? Gosto mais dos outros do que de mim… É assim que deve ser, não é?

“Estas pronto quando aceitares perdoar-te. Perdoa os teus pensamentos de ataque e condenação sobre ti e sobre os outros.”

“Em primeiro lugar aceita que não podes ter Paz quando, simultaneamente, acolhes pensamentos de medo. Tens de decidir se queres ter Paz ou viver em conflito.”

“Todas as necessidades que vês nos outros são reflexo das necessidades em ti que escolhes não reconhecer. Quando pensas nas suas necessidades, acreditas na ilusão de que elas são diferentes das tuas. O que retiras de ti, o mundo retirará também.”

“Não importa o quanto dês aos outros. Se o fizeres retirando-o de ti, não serás capaz de te abrir às dádivas que te pertencem. Elas chegam a ti e encontram a porta fechada.” Entre o medo e a Liberdade

12 – A Praça do Aniquilados – As coisas são como são! Não há nada a fazer. É preciso aceitar e resignar-nos com o nosso destino!

“A ideia sobre o que significam os sinais do corpo mantêm-te na ilusão de que o que vês corresponde à verdade. Parece-te que a visão que partilhas com os outros acerca do mundo, representa a Vida tal como ela é. Eu te asseguro que nada podia estar mais equivocado. A Vida é Liberdade e Alegria. Se a tua experiencia não condiz com esta Verdade é porque estás a sonhar e não a Viver.” Entre o medo e a Liberdade

13 – A Praça da Paz - Se eu pudesse… quem me dera que durasse para sempre. Mas não há sol que sempre dure, nem mal que nunca acabe…

“Acreditas que a vida deve ser uma sequência de altos e baixos. Como podes esperar uma vida de Paz permanente, se não consideras essa possibilidade?”

“A tua expectativa manter-te-á numa realidade onde vives com os altos e os baixos, visto ser essa a tua vontade. Não existe, fora de ti, nenhum outro poder que seja responsável pela manifestação desse desejo.” Entre o medo e a Liberdade

14 – A Primeira Pista - A vida é coisa séria! Nada de fantasias! A brincar não chegamos a lado nenhum…

“Consideras que a vida deve ser pensada e controlada dentro de limites que aceitas como fronteiras para o que achas possível. Não tens ideia do muito que fica perdido para ti por não ousares ir além do pequeno mundo de possibilidades que dás a ti mesmo.”

“Mantém viva a lembrança da criança que nasceu contigo. Ela não deixará esquecer que a chama da Inocência e da Sabedoria não pode iluminar uma mente fechada e presa a uma realidade limitada e obscura.” Entre o medo e a Liberdade

15 – O jardim do Tempo – Quem me dera voltar atrás … O que será que o futuro me reserva?

“Não precisas voltar atrás, até porque isso é impossível. Tu és um fazedor de Milagres. Não existe nada que desejes viver que não te possa ser dado neste instante. Nunca desejas reter as experiencias, mas sim aquilo que sentiste com elas. E isso, podes dar a ti mesmo, em qualquer instante.” Entre o medo e a Liberdade

16 – O Teatro da Vida – O que é, não pode ser mudado! Coitados dos pobres, tenho tanta pena deles…

“Para além do que és capaz de ver e avaliar sobre os outros existe um universo infinito de outras possibilidades. Nunca olhas para os outros, mas sim para ti mesmo, através deles.”

“Quando olhas para fora estendes a tua visão do passado sobre tudo, impedindo-te de desfrutares do muito que ficou por receber.”

“Mudarás o significado do mundo na tua mente quando mudares o significado que dás a ti mesmo. Nada mais existe.” Entre o medo e a Liberdade

17 – A 4ª pista - Burro velho não aprende! Como é que eu vou ser diferente dos outros? O que é que vão pensar de mim?

“Acreditas que os outros são diferentes de ti porque acreditas que tu és diferente deles. Falhas em reconhecer que jamais olhas para alguém que não seja o reflexo de ti mesmo. O que vês representa a imagem transposta para fora, da ideia que tens de ti.”

“Marcas a diferença entre ti e os outros, separando-te deles através de pressupostos e expectativas que realizam o teu propósito inconsciente em manter essa separação. Porque razão manterias tu a ideia de que a sua reacção a ti, nada tem a ver contigo?” Entre o medo e a Liberdade

18 – A descida aos infernos … Tenho medo de olhar para dentro e do que posso encontrar… se as pessoas soubessem o que vai cá dentro…

“Acreditas que o mundo que vês é real porque queres que ele seja real. Esta crença assegura-te que as tuas expectativas estão correctas e isso faz-te sentir seguro e em controlo. Porém, é por esta mesma razão que te recusas a ir dentro de ti onde todo o Poder vive, porque corres o risco de criar um outro mundo que não está de acordo com essas expectativas.”

“Parece-te melhor imaginar algo, do que viver essa realidade, se ela não estiver de acordo com os teus hábitos ou com os daqueles de quem esmolas a sua aprovação.” Entre o medo e a Liberdade

19 – A travessia do deserto … Isto demora tanto! Eu quero confiar, mas quando menos espero, fico sem chão!

“Quando escolhes, tens de ter confiança nessa escolha e ser fiel a ela. A escolha que te é pedida oferece-te a possibilidade de ires além do que conheces como certo e previsível. A escolha de que “Eu” falo, transporta-te a uma dimensão onde o medo é desconhecido e o Milagre é natural.”

“Todo o Milagre é um convite à tua mente para te libertar do condicionamento a que te tens sujeitado. Com cada Milagre avanças em direcção à tua verdadeira Essência e mostras a ti e ao mundo que nada é como parece.” Entre o medo e a Liberdade

20 – A entrada triunfal no Palácio da Sabedoria – Era bom que a vida fosse um mar de rosas, mas não é, nem nunca será. Dá tanto trabalho viver bem…

“Como seria um mundo onde não houvesse senão Paz e Bem-Estar? Conseguirias viver nele? Que farias das tuas contínuas lutas interiores?”

“Tu não estás sob o efeito do mundo. Antes pelo contrário, o mundo que vês e experiencias é um efeito teu. Alguma vez consideraste como seria possível para ti viver num mundo de Paz, com a mente que usas todos os dias?”

“Como podes tu desejar um mundo de Paz se lhe ofereces, constantemente, pensamentos de conflito e ataque?” Entre o medo e a Liberdade

21 – O momento da Iniciação – Eu digo que sim, mas lá dentro encolho-me todo!

“O Conhecimento é redescoberto por ti através de uma experiencia interior que está para além de qualquer conceito. A escolha a favor do Conhecimento será feita por ti quando a reconheceres como a única possível.”

“Não podes ter medo daquilo que te abençoa e alivia. Mas podes, certamente, ter medo de perder aquilo que te fustiga e amedronta. A escolha a favor da Liberdade representa a tua disponibilidade para abrir mão do medo.” Entre o medo e a Liberdade

22 – A Via Sacra – Não tenho tempo para mim. O mundo lá fora precisa mais do que eu. Reflectir e Sentir ocupam muito tempo e não resolvem os meus problemas. Tenho que agir e depois logo se vê, se sobra tempo.

“O teu regresso a Casa é eminente, é só uma questão de tempo. Na verdade o regresso tem a ver, apenas, com o abrir mão da ilusão de um mundo cujo propósito é manter-te adormecido para a Verdade.”

“Acreditas que procurando fora, fazendo e planeando, podes completar-te mais. Na verdade, através desses meios, perpetuas a tua solidão, porque te afastas de Ti mesmo, onde o teu Poder é infinito e a realização dos teus desejos é imediata.” Entre o medo e a Liberdade

23 – A Câmara dos Milagres – Quando arrisco até funciona, mas depois mete-se tanta coisa na minha vida que me esqueço de repetir os exercícios. Será que foi coincidência?

“O único relacionamento real que existe é o que tens com Deus, o teu Criador. Conforme O vires, assim te vês a ti. Pela maneira como te vês a ti, percebes o mundo.”

“A Felicidade é o teu estado natural. Os Milagres não esperam no tempo. Eles são instantâneos. A tua disponibilidade para os aceitar pode parecer-te maior ou menor. Tudo te foi dado, mas pouco tem sido recebido.”

“Que seria de ti se pudesses aceitar que és um fazedor de Milagres e que a tua vida seria uma aventura colorida de Milagre em Milagre? Com que ocuparias a tua mente?” Entre o medo e a Liberdade

24 – Um novo e fascinante caminho … Está na hora de parar e pôr a casa em ordem. Não consigo mais viver na confusão, no incerto, na dor e na doença! Tem de haver uma outra forma!

“Cada instante na tua vida a partir de agora pode ter um outro significado. Não tenhas medo! Estas apenas a começar. À nossa frente está um mundo de Milagres, que transformará o mundo do caos, num Paraíso.”

“O tempo não pode atrasar-te. A tua disponibilidade sim e muito! Existe uma outra forma de pensar e viver. Somente tu poderás decidir quando o queres fazer.” Entre o medo e a Liberdadecomprar.jpg